sábado, 22 de outubro de 2016

ASPECTOS CONVERGENTES E DIVERGENTES DA EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL


Introdução


Metodologia

Para a realização deste trabalho, o autor recorreu o uso de literaturas que versam sobre o tema em estudo, cujas referencias bibliográfica estão patentes na bibliografia final deste trabalho. Algumas das outras foram possível através de recurso da internet como é de referencia da autoria de Maria da Glória Gohn, intitulado sob o tema: Educação não formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, 2006, cujos subsídios tornaram possível a presente pesquisa.   

1.     Estudo de Educação Formal, Educação não formal, convergência e divergências

Para a realização deste trabalho, procuraremos primeiro dar ênfase numa primeira fase, a descodificação de alguns termos que a autora pressupõe ser importante a sua conceituação.

1.1.1.      Educação
É um processo pelo qual, a sociedade forma seus valores, membros, imagem em função dos seus interesses. (GOLIAS, 1993:112).
Para CHIAVENATO, (1999:323). “É toda influência que o ser humano recebe do meio ambiente, durante a sua existência no sentido de se adaptar as normas, valores sociais vigentes e aceites”.
Ela pode ser entendida como um processo de desenvolvimento da capacidade intelectual da criança e do ser humano, revestindo-se de um significado tão amplo e abrangente que, em geral, prescinde de adjectivos.
“É um processo pela qual, os indivíduos adquirem novos conhecimentos e habilidades nas suas relações interpessoais. É um processo único, associado quase sempre à escola”. (GASPAR, 2007:171)

De tal forma como o descrevemos no entendimento de alguns autores, para que esse processo e a discussão que dele apresentamos sejam melhor compreendidas, algumas distinções ou adjetivações devem ser feitas, sendo que no entanto, para o presente trabalho são abordado sobre a educação formal e não formal, convergências e divergências.

2.     Educação Formal

Para GASPAR (2007:171), a educação formal é “todo conhecimento oficial, oferecida nas escolas ou instituições de ensino com níveis, graus, programas, currículos e diplomas”.
Nas afirmações de GOHN (2006:28), a Educação Formal é aquela desenvolvida nas escolas, com conteúdos previamente demarcados.
Para CHAGAS (1993:51), a educação formal é:
“Aquela caracterizada por ser aquela altamente estruturada, que se desenvolve no seio de instituições próprias (escolas e universidades) onde o aluno deve seguir um programa pré-determinado, semelhante ao dos outros alunos que frequentam a mesma instituição”. (CHAGAS, 1993:51).
Em resumo, para a autora, “a educação formal pode ser entendida como sendo: “aquela que está presente no ensino escolar institucionalizado, cronologicamente gradual e hierarquicamente estruturado”.

3.      Educação Não Formal

No entendimento de GOHN (2006:28), quando se fala em educação não formal, é quase impossível não compará-la com a educação formal. A autora faz uma distinção entre as três modalidades, demarcando seus campos de actuação:

Para esta: “a educação não formal é aquela que se aprende “no mundo da vida”, via os processos de compartilhamento de experiências, principalmente em espaços e acções colectivas quotidianas”. (GOHN, 2006:28).

Segundo CANÁRIO, (2006:3), a Educação não formal é entendida no âmbito das “situações educativas (não formais ou informais) que se distinguem e demarcam do formato escolar” e se “situam num continuum”

A educação não formal resulta, por exemplo, da iniciativa de grupos que se empenham na alfabetização de adultos, de empresas que oferecem cursos de aperfeiçoamento de habilidades para seus empregados, de igrejas, que reúne fieis para ensino religioso, de comunidades que preparam jovens para o exercício da cidadania.
Esse procedimento abrange também as iniciativas de sindicatos, partidos políticos, da mídia – quando ao lado da programação habitual de entretenimento, oferece cursos específicos – e até das escolas, quando abrem seu espaço em fins de semana para actividades com a comunidade.
A maior importância da educação não-formal está ma possibilidade de criação de novos conhecimentos, ou seja, a criatividade humana passa pela educação não-formal.
A educação não-formal existe intencionalidade de dados sujeitos, em criar ou buscar determinadas qualidades e/ou objectivos.
Usualmente se define a educação não-formal por uma ausência, em comparação ao que há na escola (algo que seria não-intencional, não planejado, não estruturado), tomando como único paradigma a educação formal.
Ao estudarmos a educação não-formal desenvolvida junto a grupos sociais organizados, ou movimentos sociais devemos atentar para as questões das metodologias e modos de funcionamento por serem um dos aspectos mais relevante do processo de aprendizagem.

Nos dois tipos de educação aqui arrolados, para a autora em concordância com (GOHN, 2006:29), todos os tipos de educação, convergem na possibilitam de permitir ao indivíduo a aquisição de conhecimentos face às adversidades do quotidiano. 

4.1.1.      Quanto ao espaço de acção

ü  A Educação Formal tem um espaço próprio para ocorrer;
ü  A educação não formal ocorre a partir da troca de experiências entre os indivíduos, sendo promovida em espaços colectivos;
ü  Na educação formal estes espaços são os do território das escolas, são instituições regulamentadas por lei, certificadoras, organizadas segundo diretrizes nacionais;
ü  Na educação não-formal, os espaços educativos localizam-se em territórios que acompanham as trajetórias de vida dos grupos e indivíduos, fora das escolas, em locais informais, locais onde há processos interactivos intencionais (a questão da intencionalidade é um elemento importante de diferenciação);
ü  Na educação formal, os conteúdos são sistematizados com vista à formação de cidadão activo;
ü  A educação não formal tem outros atributos: ela não é, organizada por séries/idade/conteúdos; actua sobre aspectos subjectivos do grupo; trabalha e forma a cultura política de um grupo. Desenvolve laços de pertença.
ü  A Educação formal envolve pessoal especializado, organização de vários tipos (inclusive a curricular), sistematização sequêncial das actividades, o uso de disciplina, regulamentos e leis, órgãos superiores etc. Ela tem caráter metódico e, usualmente, divide-se por idade/classe de conhecimento.

ü  A educação formal é metodicamente organizada, ela segue um currículo, é divida em disciplinas, segue regras, leis, divide-se por idade e nível de conhecimento e visa atingir um status ou qualificação;
ü  A Educação não formal visa proporcionar conhecimentos sobre o mundo que envolve os indivíduos e suas relações sociais (GOHN, 2006:29).
ü  Já a educação não formal trabalha com a subjectividade do grupo e contribui para sua construção de identidade.

Para GOHN (2006:31), a educação formal e não formal, pressupõem atingir os seguintes resultados:
ü  Para a educação formal, visa atingir a aprendizagem e a titulação ao passo que;
ü  Para a educação não formal, há o desenvolvimento de vários processos.

Um bom exemplo de educação não formal está na Pedagogia utilizada por Paulo Freire.   Neste modelo, os educandos, nos “círculos de cultura”, discutiam sua realidade e faziam, além da leitura da palavra, a leitura de mundo.
GOHN (2006) ressalta a importância da educação não formal, pois está “voltada para o ser humano como um todo”., Entretanto, afirma que  ela não substitui a educação formal, mas poderá complementá-la por meio de programações


Conclusão

Terminado o trabalho, percebemos que diante da educação formal e não formal, encontramos para alem de convergências, muitas divergências, que vão desde o espaço de acção ou de aprendizagem. Enquanto a Educação formal se realiza em um espaço geográfico demarcado, como escola e universidades, com um sistema seqüencial de conteúdos, a educação não formal se processa em todos os locais com maior índice onde há abrangência de pessoas e não obedecer nenhum critério bem como cientificidade. São tratados aspectos que visam a preparação do cidadão. O estudo deste tema permitiu a autora ganhar algumas habilidades bem como conhecimentos atinentes ao tema ora debatido ao longo deste trabalho.       


Bibliografia

CANÁRIO, R. Aprender sem ser ensinado. A importância estratégica da educação não formal. In AAVV, A Educação em Portugal (1986- 2006)
CHAGAS, I. Aprendizagem não formal/formal das ciências: Relações entre museus de ciência e escolas. Revista de Educação. Lisboa. 1993.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da Administração. Rio de Janeiro. 1999.
GASPAR, Alberto. A educação formal e a educação informal em ciências. São Paulo. 2007.
GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, 2006.
GOLIAS, Manuel. Sistemas de Ensino em Moçambique. Maputo, 1993.  

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

DISCURSO DE FIM DE MANDATO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA AEUP-BEIRA NO MANDATO 2014 - 2016. ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA, DELEGAÇÃO DA BEIRA

Discurso de Fim de Mandato 2014 - 2016 dos Órgãos Sociais da Associação dos  Estudantes da Universidade Pedagógica, Delegaçã da Beira
(AEUP-Beira)


Por Presidente: Rajabo Caetano Bernardo

Excelentíssimo Dr. Alfredo, Director Adjunto para a Área Administrativa da Universidade Pedagógica, Delegação da Beira em representação do excelentíssimo Prof. DR. Zacarias Alexandre Ombe, Director da Delegação;
Excelentíssimo Senhores Membros do Conselho de Delegação;
Excelentíssimo Senhores Directores das Unidades Orgânicas da nossa Delegação;
Excelentíssimo Msc. Francisco Botelho Jr., Assistente Jurídico da Delegação;
Excelentíssima Senhora Chefe de Departamento dos Serviços Sociais, Dra Sandra Maria Paulo;
Excelentíssimos Senhores Presidentes Honorário da AEUP-Beira; Msc, Tiago, Msc. Maito, dr. Victor e Caeta
Excelentíssimo Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Cessante colega e amigo Minélio Veloso Dias e Recém Empossado Nelson Gubudo;
Excelentíssimo Senhor Presidente do Conselho Fiscal Cessante, amigo e companheiro Vidálio Albano Tomo Jr., e a Recém Empossada, colega e amiga Constâcia Manuel Nsona;
Excelentíssima Senhora Presidente da Comissão Eleitoral, colega Aissa Buramo Hage;
Membros Honorários, de Direcção e a de todos os níveis aqui presentes;
Prezados Líderes e representantes das Associações Universitárias das Instituições Publica e Privadas da nossa Cidade aqui presente;
Estimados parceiros, docentes, administradores dos Campus e pessoal técnico administrativo desta instituição;
Caros amigos e caras amigas;
Senhores e senhoras de comunicação social
Distintos convidados
Minhas senhoras e meus senhores
E todo o protocolo observado.

Permitam-me antes de mais, endereçar as minhas calorosas saudações a toda comunidade acadêmica desta Delegação, a todos vos aqui presentes e a todos os munícipes desta cidade pela passagem simultânea de mais um aniversario da nossa Delegação e da Beira a elevação a categoria de cidade.
De igual modo, aproveitar desejar boas vindas, ao mais alto magistrado da nação moçambicana, sua excelência Eng. Filipe Jacinto Nhusi, pela visita de trabalho a nossa Província.
Excelências!
Foi nas comemorações do ano de prata da nossa delegação e de um século e alguns anos da Beira a elevação a categoria de cidade, que juntamo-nos num momento como esse de hoje para testemunharmos a minha tomada de posse como presidente desta Associação para representar a razão da existência desta universidade que são os estudantes, num universo estimado mais de sete mil estudantes. Sim, mais de sete mil estudantes.
Uma tarefa não fácil, que exigiu de mim e dos meus colegas muita entrega, dedicação, erros e acertes, improvisos, tentativas de últimas horas entre outras experiências.
Hoje, volvidos dois anos, mais uma vez estamos aqui, para passarmos formalmente o poder que nos foi conferido num passado não muito distante, fruto dos pleitos eleitorais de 29 de Maio de 2014, aos novos órgãos sociais eleitos a 09 e 21 de Agosto do ano em curso para o mandato 2016 – 2018 a quem endereço os meus parabéns pela conquista e bem vindo à nova missão.
Meus senhores!
Falando da nova missão que hoje em diante levaram avante, deixam-me confençar-vos que ela é exigente e requer muita dedicação, atenção, humildade, liderança e responsabilidade.
Como todos voz sabeis, a nossa Delegação é uma das maiores e mais antiga universidade desta cidade, onde actualmente habitam cerca de 6.220 estudantes distribuídos em mais de 30 cursos, estudantes estes, que querem e exigem o melhor, daí que a excelência tem que estar na primeira ordem do dia.
Mas para isso é necessário que os estudantes, os novos órgãos sociais que hoje tomam posse e todos aqui presentes, sejamos os protagonistas do nosso próprio futuro.
Um futuro que passa necessariamente pela compreensão da nossa história, e pela criação de metas;
Um futuro sem dependência de escolas ou de sectarismo como espelho da sociedade do nosso tempo onde poderão conviver velhos e novos, antigos e modernos, conservadores e reformadores, tradicionalistas e inovadores desde que animados pelos mesmos propósitos, de tolerância, paz, mútuo e recíproco respeito.
Assim, a associação dos estudantes deverá, portanto caminhar a passos galopantes na promoção e dinamização dos serviços de interesse dos estudantes, como em palestras, seminários, capacitações, facilidade de acesso a informação, mediação no processo de acesso a bolsas de estudos quer internas bem como externas e mobilização dos estudantes para participação massiva nas actividades desenvolvidas pela AEUP, pela Universidade e outras organizações e na defesa dos seus interesses.  
Meus pares!
O acto de transmissão de poderes que hoje testemunhamos é um legado que nos foi instituído e que passa de geração em geração em cada dois em dois anos como preconiza os nossos estatutos, cuja decisão é tomada pela maioria dos estudantes expressa nas mesas de assembléias de votos após um processo de candidatura, campanha eleitotal.


Excelentíssimo!
Queria antes de avançar com os meus pronunciamentos, se for consensual, fazer a minha radiografia.......
Muito obrigado!
Como todos vos sabem, vim da província da Zambézia para fins meramente acadêmicos, de fazer o curso de Geografia.
Durante a minha estádia nesta universidade e cidade, envolvi-me em várias iniciativas e organizações, espalhando assim a minha rede de contacto.
Fora dos meus colegas de turmas, conheci amigos, um deles, que é o dr. Prospero Hermínio Jaime a quem endereço os meus profundos agradecimentos, pos foi graças a ele que conheci está maravilhosa agremiação (AEUP-Beira), e com ela me possibilitou conhecer a vocês colegas e amigos.
Confesso-vos que é a AEUP a minha primeira das demais organizações voluntárias que hoje faço parte que me forneceu e tem me fornecido bases mais que suficientes que irão servir durante o meu viver nesta face da terra.
O meu percurso nesta casa (AEUP) vai de membro simples, adjunto secretario até ao expoente Maximo, presidente.
Como disse uma vez Newton, se vi longe é porque estive por cima dos ombros dos homens mais gigantes e se cheguei ao Expoente Máximo desta agremiação, foi graças a dois velhos amigos que acreditaram e apostaram em mim, nomeadamente, ao dr. Gelito Arigora, dr Gilberto Armando, mas também a vocês, a minha turma “Geografia 2012” e claro, a minha família que está e sempre estiveram do meu lado, a todos vocês, os meus profundos agradecimentos.
Caros Membros!
Enquanto Presidente desta Associação estive ao vosso serviço e ao serviço de todos os estudantes. Senti-me extremamente honrado com a vossa escolha de há dois anos marcada por uma tão ampla maioria. Sucedi ao meu grande homólogo Caetano José Faustino, a quem uma vez mais agradeço as suas excelentes qualidades de liderança.
Estavam nesta corrida como candidatos a este lugar o dr. Albino Tivane que não se encontra aqui hoje, mas a quem envio os meus calorosos cumprimentos e o Castelo Suflício que se faz presente.
Com estes e com os demais colegas de direcção e membros desta agremiação, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para não trair a vossa confiança.
Sempre soube que podia contar convosco, independentemente dos nossos pontos de vista.
Foi Jean Monnet quem afirmou: "Todos somos ambiciosos.
Resta saber se a ambição reside no ser ou no fazer."
Nós devemos ter a ambição de fazer.
Acreditávamos que o sucesso era sinônimo de produtividade, por isso trabalhamos sem parar, como disse Theodore Roosevelt: "de longe, o melhor prêmio que a vida oferece é a chance de trabalhar duro em alguma coisa que vale a pena".
Ontem, independentemente da gravidade das falhas cometidas, elas faziam parte do passado, e hoje é um novo dia. Tampouco importa que metas eu possa ter atingido ou que prêmio tenha recebido: eles produzem pouco impacto directo naquilo que faço hoje.

O dia de ontem, com seus sucessos e vitórias, lutas e fracassos se foi para sempre. Entendo que passado é passado. Não posso revivê-lo. Não posso voltar atrás e mudá-lo, mas sim que aprenderei com ele e aprimorarei meus dias.
Um velho provérbio nos ensina que "A vida se renova a cada instante".
Com a minha direcção não podia ser diferente, houve algumas tristezas assim como muitas alegrias.
E é assim que deixo esse cargo, alegre, com o sentimento de missão cumprida e cheio de confiança que o meu sucessor estará a altura e superará todas as expectativas!
Não direi adeus, porque sei que iremos nos encontrar pelos corredores desta universidade e cidade, daí que apenas pretendo dizer, até logo.
Mas antes porem, permita-me vossas excelências descrever de forma sumaria aquilo que foram as nossas actuações.
Quando entramos lembro-me que a primeira actividade foi de representar a nossa Delegação na Feira provincial de exposição organizada pela Comunidade Acadêmica para o Desenvolvimento da Educação – CADE, onde conseguimos participar com cerca 18 estudantes dos cursos de Geologia, Geografia, Psicologia, Sociologia, Biologia, Português, História e Ensino Básico, onde todos os participantes foram por nós atribuídos certificados de participação.  
Excelências
Representar condignamente a nossa delegação, nas duas feiras de exposição organizada por aquele organismo e nos demais eventos que participamos em nome da nossa instituição, foi algo tão gratificante da nossa parte que a direção desta delegação nos proporcionou.
Demos continuidade em 2014 e nos anos subseqüentes realizamos o torneio de Campeonato de futsal entre cursos, onde no final são premiadas as três primeiras equipes vencedoras, em taças, medalhas valores monetário e certificados de participações, alias, em quase todos eventos emitimos certificados.
Realizamos em todos os anos de forma ordeira e bem aderida a cerimônia de recepção de novos ingressos, o famoso “Baptismo dos Caloiros”;
Realizamos campanhas de limpeza nas nossas instalações em todos os anos, a título de exemplo em 2015, realizamos duas e este ano, uma;
Realizamos campanhas de recolha de sangue em coordenação com o hospital central da Beira, tendo sido realizada duas vezes;
Realizamos campanha de angariação de donativos em 2015 e o presente ano, cujos donativos foram entregue a Direção da nossa Delegação para doar na INGC;
Revitalizamos o nosso Jornal o Grito Acadêmico, que até está em bons caminhos;
Realizamos palestras onde uma delas foi heróica que aconteceu no Campus da Pousada;
Possibilitamos a aquisição de 66 cartões debito contra mais de 700 estudantes inscritos para o processo de aquisição de cartões oferecido pelo banco BCI, cujo propósito era de servir para além de débito, a componente de identificação como estudante desta delegação;
A margem das celebrações do dia internacional do estudante universitário que se assinala aos 17 de Novembro, introduziu o sistema de lançamento da semana de estudante, que no ano passado realizou-se no CUCA com a presença da sra Directora Adjunta para área Pedagogica, Msc Carlas Karagianes a quem endereço os meus maiores apreços;
Possibilitamos aos nossos colegas estudantes desta delegação pela primeira vez a participação na marcha alusiva ao dia Internacional do estudante universitário com mais de 500 camisetes pela primeira vez na historia desde que ingressei nesta universidade;
Mantivemos encontro com magnífico reitor e vice-Reitor bem como membros de direcção dessa instituição;
Em coordenação com o club 25, materializamos a formação de mais de 15 activistas para a disseminação da informação da importância de doação de sangue;
Realizamos vários encontros de direcção, assembléias entre outros, na tentativa de buscar o sucesso, pois acreditávamos que a chave do sucesso pudesse estar nas sessões;
Revisamos os nossos estatutos e submetemos a 5ª Assembleia Geral de âmbito Nacional realizada em Nampula, de 15 a 18 de Julho de 2015 com 12 delegados, onde foram apreciados e aprovados. Ainda dentro deste contexto, representamos condignamente a nossa delegação e a região centro, pos um dos membros da nossa delegação é quem dirigiu a sessão da assembléia, e a este ponto, tenho a agradecer a todos que estiveram no processo inclusive ao dr. Calisto Sábado, ex-presidente da mesa da Assembleia nacional;
Em coordenação com a Associação dos Estudantes Finalistas e Universitarios de Moçambique, foram enviados14 estudantes para os distritos das províncias de Sofala, Manica e Maputo;
Realizamos palestras marcantes como a de “Ser estudante ou aluno, eis a questão”, proferida por Msc. Savio Malope, os quatros pilares da educação do século XXI, por dr. José Hélder Chamo e do “papel da Juventude na manutenção da paz”, pelo Presidente do Conselho Nacional da Juventude, só para dar exemplo;
Realizamos encontro com vários organismos quer acadêmicas e associativa desta cidade;
Realizamos o projecto “Fórum Pedagógico Discente”, actividade que visa juntar todos os chefes de turmas em cada ultima sexta-feira do mês para refletir em torno da nossa vida acadêmica e como membros integrantes nesta delegação, que correu com sucesso, a quem me cumpri o dever de agradecer a todos os chefes de turmas que estiveram presente no passado dia 18 de Março do ano em curso;
Realizamos o Miss & Mister UP-2015, uma actividade lúdica, que por razões alheias a nossa vontade, não nos foi possível chegar ao final;
Realizamos um momento de descontração entre membros e participantes do Miss & Mister, no dia 4 de Dezembro, Dia Internacional do Voluntariado;
Participamos nos encontros nacionais da AEUP, nomeadamente dos presidentes em Nampula, Maxixe, Massinga e Maputo e V Assembleia Geral, Nampula-2015;
Realizamos as eleições presidências, cujo resultado é este do qual testemunhamos hoje;
Ajudamos aos candidatos a esta universidade no acto de pré-inscrições a exames de admissão em 2015 bem como nas inscrições em Março;
Visitamos o campus de raiz de Dondo;
Inscrevemos e admitimos novos membros a esta agremiação;
Fizemos levantamento de estudantes com necessidades;
Mediamos alguns conflitos de estudantes em relação ao seu aproveitamento pedagógico.
Formações
Formação de 5 membros a maioria deles do Departamentos de Informação, Comunicação, Imagem e Relações Publicas em mátria de design, criação de links;
Formamos os nossos membros, com maior atenção os novos ingressos;
Formamos os representantes de turmas e seus adjuntos, membros da agremiação, do qual deixaram de serem Chefes de turmas e passaram a assumir a postura de Lideres de turmas, onde foram certificados e dados a aoportunidade de uma bolsa para aquisição do fundo de Apoio as Inciativas Juvenis na pessoa do dr. Pinho Manuel, Director Provincia da Juventude e Desporto de Sofala, a quem lhe devo a entrega de uma das fichas que nem se quer um líder trouxe.
Intercâmbios
Aeup Massinga;
Com as Associações estudantis da Cidade nomeadamente (AEUP, AEFUM, AEUNIZA e AIESEC), denominado, dia de AAAA.
Recebemos visitas do presidente da AEUP-Gaza;
Do Presidente da AEUP-Tete,
Da Anviros;
Tornamos possível a realização de campanha de angariação de membros da Rotary Internacional aos 13 de Maio.
Apoio social
No âmbito da nossa responsabilidade social, intercedemos por um estudante que corria o risco de perder o ano, por falta de recursos, o Estudante do 4º ano do curso de Frances indigente, Jose Maguide manença Frances 4º ano;
Temos vindo a pagar a inscrição do Estudante que se encontra na condição de indigente do primeiro ano do curso de Matemática, Agostinho Filipe Lisboa, que neste momento encontra-se a viver na casa da nossa colega secretaria geral Isabel Vicente, por ter sido expulso de casa onde vivia com um colega. A situação deste estudante, tem nos criado muitos transtornos, esperamos que a nova direção que déia os devidos cuidados a este colega;
Mediamos com a DSS no sentido de reajustar o valor de ajuda social ao estudante Herson Vidgal que passou de mil para três mil;
Nessa senda de prestação de serviços de apoio a quem necessita, não nos foi possível resolver as preocupações de muitos estudantes, pelo menos a aqueles se dirigiram aos nossos escritórios, mas não por falta de vontade, mas sim por não encontrar saídas satisfactória da qual lamentamos bastante;
Diante de tudo isto, eu serei a primeira pessoa a aceitar que houve falhas durante o percurso do nosso mandato, mas, eu e a minha equipa de trabalho, gostaríamos antes porem pedir desculpas se defraudamos as vossas expectativas, e caso isso tenha acontecido, não foi a nossa intenção, lutamos a todo o custo para que o melhor fosse feito e entendemos que se falhamos é porque estávamos a caminho de tentar fazer o melhor.
Como se tem dito na gíria, só falha quem tenta e só não erra, quem não tenta. É certo que a maioria de nós, iremos nos focar naquilo que não foi feito esquecendo-nos do que foi feito.
Como avança o site African Leadership Magazine que “Você pode fazer 99 coisas para alguém e tudo o que ele vai lembrar é apenas uma coisa que você não fez”.

E caso seja assim, eu vou-me alicerçar-se com as palavras do antigo presidente norte americano Theodore Roosevelt, datada de 23 de Abril de 1910 que “não é o crítico que importa; nem aquele que aponta onde foi que o homem tropeçou ou como o autor das façanhas poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está por inteiro na arena da vida, cujo rosto está manchado de poeira, suor e sangue; que luta bravamente; que erra, que decepciona, porque não há esforço sem erros e decepções; mas que, na verdade, se empenha em seus feitos; que conhece o entusiasmo, as grandes paixões; que se entrega a uma causa digna; que, na melhor das hipóteses, conhece no final o triunfo da grande conquista e que, na pior, se fracassar, ao menos fracassa ousando grandemente”.
Para nós, neste preciso momento, não importa o que fazemos!
O que importa não é a victória, mas sim o esforço, não é o talento, mas a vontade, não é o que somos e conseguimos, mas quem somos….

Excelências!
A minha pequena experiência e amarga que colhi enquanto presidente desta agremiação é a de que, ser presidente é um caminho de geração pequenos amigos e de produção de muitos e grandes inimigos. Mas eu estou convencido que qualquer que tomar a posição que tomei, gerará inimigo e estou certo que agirá em certos momentos como eu agi.

Entendo que o problema não era eu, mas sim, a cadeira sob a qual me encontrava, e estou convicto que daqui em diante os meus inimigos assumirão a sua posição de amigo.

Ilustres membros!
Não esperem que o presidente seja ou aja como cada um de nós, pois eu entendo que ele equiparasse a um docente em sala de aula, em que os alunos devem no máximo que poderem, seguir as orientações do docente, aceitando se for possível nas suas qualidades sem no entanto querer tranforma-lo em função das nossas pretensões individuais o que é quase impossível, dele transformar-se em trinta pessoas ou mais, entretanto, que trinta ou mais pessoas podem se transformar em uma só pessoa.

Ademais, Já não é o momento de ver alguém a errar e deixar para depois criticá-lo, pelo contrario, é o momento de unir esforços para bem comum.

Alguns dos nossos membros tiveram a sorte de se destacar nisso, como se o resultado fosse à reflectir para uma só pessoa, mais, quem entende o que é associativismo ou trabalho em equipe, entenderá para quem os resultados de cada acto vão.
Mas também tenho a destacar que durante o meu mandato, trabalhei com pessoas maravilhosas a quem vou ter imensas saudades e se me permitirem gostaria de aproveitar esta ocasião para endereçar-lhes os meus profundos e calorosos agradecimentos.
Quero endereçar os meus agradecimentos ao dr António Elias, meu primeiro vice-presidente, contigo aprendi que a associação é a nossa segunda família e que as amizades que gerenciamos são e devem ser sólidas e imutáveis.
Ao Mário Langa, o meu segundo Vice-presidente que hoje esta aqui acompanhando esta efeméride, a ti tenho a me desculpar pelas missões que vim te delegando;
A Isabel Manuel Vicente endereço os meus profundos agradecimentos pela sua entrega a causa que juramos servir e espero que me perdoe pelas chamadas efetuadas fora da hora normal do expediente. Espero contar contigo nas próximas oportunidades;
Ao dr. Prospero Hermínio Jaime, graças a você conheci esta grande família que se chama AEUP-Beira.
Ao Meu chefe de Gabinete: Novais Nogueira;
Aos meus coordenadores e adjuntos coordenadores dos Campus: dr. Albino Tivane, Titos, Langa e Tel, hoje presidente;
Aos meus chefes do sector administrativo: Minélio Veloso Dias e dr. Tiago Raimundo Notice;
Aos meus chefes e adjuntos Chefes do Departamento de Planificacao: dr. Cristo Paulo, dr. Tiago Notice, Ridon e Sebastião Chama;
Aos meus chefes e adjuntos Chefes de departamento de Informação, comunicação, Imagem e Relações Públicas actualmente: dr. Calisto Sábado, dra Matilde, dra Vanesa, Moutinho Picial, Ildo Baloi, Nelo Faife, Felix Z. Mutombo, Fazé, Noêmia e Joana e Noemia Truzão, graças a vocês, a informação chegou aonde chegou;
Aos meus chefes e adjuntos Chefes do Departamento de Assuntos Sociais: dr. Bernardo Franque Bernardo; João Marcos Maugente e Constancia Manuel Nsona; graças a vocês, conseguimos responder os anseios dos estudantes e principalmente do Herson;
Aos meus chefes e adjuntos Chefes de Desporto: dr. Farão Blamson, dr. Paulo Nhamue, Antonio Castigo Uache, Gimo Francisco Gimo, Tazião, Chefe de equipa, Helio Daniel Mamudo, Bacacheza Arrone Bacacheza, Arnaldo, por vocês, conseguimos tornar o campeonato de futsal, uma actividade tradicional na nossa universidade;
Aos meus chefes e adjuntos Chefes de Departamento de Cultura: dra Isabel, Castelo e Nelson Cubudo;
Aos meus chefes e adjuntos Chefes de Departamento de Assuntos Acadêmicos: Pitareque, Ibraimu Gunde, Hélio Manuel Mamudo

Aos meus Presidentes de Mesa de Assembléia: dr. Omar Fabião Tenensse, dra Virginia Dacarga e Minélio Veloso Dias;

Aos meus Presidentes do Conselho Fiscal: dr. Bernardo Franque Bernardo, Paulo Uache, Vidálio Albano Tomo e seus Vogais: Pires Manuel Moldim, Alberto Tavares e Winica Constantino.

Ao Prof. DR. Zacarias Ombe, Director da Delegação, com quem tive o privilégio de receber bons conselhos e ensinamentos, alías também desáfios, desáfio de ver um dia o meu documento indeferido, confesso, que não tive nenhum documento indeferido por este ilustríssimo senhor.

Ao Tauzene, Bernardo Horácio, a Isabel Gervásio, a Natércia, ao Janeiro, Alvaro, Armando, Arafate, Mutukiris, Zabiro Aiuba, e a todos membros;

Aos nossos estimados parceiros: a Universidade Pedagógica, Delegação da Beira, a AEFUM-Sofala, AEUNIZA; AIESEC-Beira; AISCTAC; Anviros; PNDH-Sofala; CPJ-Sofala, A.T. Regional Centro, dr. Alfredo, dr. Botelho, dr. Vilankulos, dr. Helder Chamo, dr. Sávio, dr. Miambo, Msc. Uacane, dr. Zibane, irmãos Picial, Sr. Janeiro e todos membros da universidade Pedagógica.

Meus agradecimentos são extensivos a todos aqueles que colaboraram comigo durante esta minha caminhada.
A todos vocês, o meu muito obrigado.

Beira, aos 22 de Agosto de 2016

O Presidente Cessante
 (Rajabo Caetano Bernardo Malua)

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Aniversário do meu filho

Bom dia a todos.
Hoje é um dia muito especial para mim e para alguém que me fez com que este dia fosse especial.
Digo isto porque há 19 anos atrás o 07 de Fevereiro nunca foi um dia tão significante na minha vida. Era um dia iqual a todos, sem nenhum marco histórico. Há quatro anos atrás, quando chega uma data  como hoje, muita coisa me aparece. Recordo-me da cicatriz que tenho sobre está data. Uma cicatriz que me faz pensar muito, em todos minutos que tenho que respirar. Diante desta cicatriz, estou convencido que a maturidade é algo que não está relacionada com os anos que agente ficou na face da terra, mas talvés pelos momentos que agente terá vivido. Quando estudava Biologia, aprendi que o ser vivo passa por um estágio de vida (Nascer, desenvolver, reproduzir e morrer), se assim é a orientação prescrita do ser vivo, talvés, tenha falta apenas uma fase para que eu possa completar, aliás, resta me saber o que defende a mãe das ciências (Filosofia) quanto ao ser vivo na face da terra.
O Alcorão assim como a Bíblia, fala da necessidade de multiplicação. Hum, coisa tão pesada na vida dos que dela vive.
O que me faz desta data ser especial, é da aquisição da paternidade. Foi numa data como esta a anos que se foram que alguém pela primeira vez, me fez chamar de pai. Parabéns Dúbios por este cargo que me deste.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Alguns requisitos a bolsas de estudo da OGE na UP

Caros colegas estudantes da Universidade Pedagógica de Moçambique, Delegação da Beira.

Gostaria de lhe lembrar sobre requisitos que permitem ao estudantes candidatar-se a Bolsas de Estudo de OGE na UP-Beira.
Dizer que das experiências anteriores, tem se exigidos os requisitos abaixo para o processo de candidatura.

1. Atestado de Pobreza;
2. Agregado familiar;
3. Rendimento familiar;
4. Cópia de Talão de inscrição a UP;
5. Talão de deposito para inscrição a bolsa no valor de 75mt;
6. Cópia de BI;
7. Ter conta no BIM é uma vantagem.
8. Preencher formulário de candidatura a bolsa.
9. Duas fotos de tipo passe.

Deste modo, apelo aos colegas a irem atrás destes tipos de documentos por forma que, se a universidade abrir o concurso de bolsas poder candidatar-se.

Atenção! Estes tem sido os requisitos a bolsa e não são estatísticos.
Assim que saírem os editais das bolsas para 2016, partilharei consigo todas as actualizações.

AS 10 FORMAS DE EVITAR ABORRECER OS PROFESSORES

ALGUMAS DICAS DE COMO EVITAR ABORRECER OS PROFESSORES E INSTRUTORES!

Ensino numa escola superior há alguns anos e, durante este tempo, presenciei – nas salas de aulas e anfiteatros – situações caricatas que alteraram, inevitavelmente, o meu estado de humor. Descobri, numa das minhas excursões pela web, uma curiosa lista de coisas que espevitam os nervos dos instrutores e resolvi, então, partilhar. A lista é apresentada em forma de proibições, e são, afinal, instruções sobre como interagir com o professor ou o assistente.

1. Não use a linguagem informal
Os professores não são seus amigos. Comunique-se com eles como se estivesse no seu local de trabalho, pois você está. A linguagem deve ser cuidada e respeitosa, seja ela escrita ou falada, o estudante deve ser capaz de perceber quando a comunicação é ou não é a apropriada. Por exemplo, ninguém veste um pijama para uma entrevista de emprego, não é? Logo, é a mesma coisa.

2. Não questione ao professor se você “perdeu alguma coisa importante” durante uma ausência
Não, você não perdeu nada relevante. Usámos todo o tempo da aula para ver clipes de música no YouTube! Mas é claro que você perdeu algo relevante, nós somos professores universitários! Aqui está uma frase alternativa: “Eu sinto muito que eu tenha perdido a aula. Tenho a certeza de que foi incrível.”

Se realmente estiver preocupado com o que perdeu, experimenta isso, por exemplo: faça leituras, obtenha apontamentos a partir de um colega de turma (se não tiver nenhum amigo na sala de aula, peça ao professor que para que lhe ajude a encontrar um parceiro com quem seja possível trocar notas), leia-os mais e procure o professor no escritório, durante as horas normais de expediente, para discutir qualquer coisa não compreendida.

3. Não arrume as suas coisas antes do fim da aula
Compreendemos. O ponteiro dos minutos se aproxima do final da aula, há uma mudança na voz do professor, e você ouve algo como “Para a próxima aula…”, e eis a deixa para os estudantes começarem a arrumar as suas coisas. Assim que uma só pessoa faz isso, presencia-se logo a uma avalanche de tampas de computadores portáteis a caírem, fechos das mochilas a correrem e os telefones celulares nas mãos.

Não faça isso. Espere mais 10 segundos até que a aula esteja realmente terminada. Se você não fizer isso, o professor pensará que você estava morrendo de vontade de sair da sala, hei, isso fere os nossos sentimentos!

04. Não faça uma pergunta sobre as lições ou deveres antes de verificar o plano analítico da cadeira

É fácil enviar um e-mail com uma pergunta rápida para o seu professor, mas ele dedicou o seu esforço ao plano analítico da cadeira por uma razão. Lembre-se, cada professor tem dezenas ou centenas de estudantes. O que parece ser uma coisa pequena para si, pode ter efeitos trabalhosos para os docentes. Faça um esforço de boa-fé para descobrir a resposta antes de perguntar ao professor.

05. Não fique zangado se receber uma avaliação negativa

Se um professor leva uma caneta vermelha e massacra a sua prova, isso é um sinal de que eles se importam. Classificar negativamente é um trabalho duro, então a tinta vermelha significa que nós nos interessamos por você e pelo seu futuro. Além disso, sabemos que classificações negativas deixam alguns estudantes com raiva dos professores. Nós fazemo-lo, ainda sim, porque nos importamos o suficiente com você para tentar ajudá-lo a se tornar um pensador e redactor mais forte. É um absurdo, mas muita tinta vermelha é provavelmente um sinal de que o professor acredita que você tem um grande potencial.

06. Não peça melhor classificação

Definitivamente procure o professor no seu escritório, durante o horário de expediente, para saber como estudar melhor ou melhorar o seu desempenho, mas não espere mudar a mente de seu professor em relação as suas notas. Sim, reclamar uma suposta falha de classificação é aceitável, mas não pressione demais. Aplique a sua energia nos estudos e nas próximas avaliações, apresente as ideias do seu trabalho ao professor ou ao assistente, faça as leituras recomendadas e participe nas aulas. Estas actividades garantirão um retorno depois.

07. Não brinque com a formatação do trabalho

O trabalho não é longo o suficiente? Você pensa em aumentar um pouquinho o tamanho da letra ou tornar as margens do texto um pouquinho mais amplas? Acha que o docente não conhece a diferença entre as fontes 11 e 12, ou entre “Arial” e “Times New Roman”? Não faça isso. Nós já dedicamos milhares de horas olhando para uma página impressa. Temos um olho de águia para esses tipos de coisas. Seja qual for a sua motivação, aqui está o que essas trapaças nos dizem: “Oi, Prof!, eu estou tentando enganar-te crendo que estou satisfazendo os requisitos do trabalho. Eu sou preguiçoso e você é estúpido!” Invista na sua pesquisa, não nas configurações do documento (que devem importar depois).

08. Não encha de tolices as suas introduções e conclusões

Nunca comece uma resposta ou um trabalho com a frase: “Desde o início dos tempos…”, “Desde o início dos tempos que os homens se envolvem em guerras.” Espere, o quê? Como, o Big Bang? E, assim sendo, como diabos você sabe disso? É melhor ter, no mínimo, uma fonte confiável para usar! “Historicamente”, “Tradicionalmente”, “Como se sabe”, “Como foi provado” e “Ao longo da história” são igualmente maus começos. Tire-os de seu vocabulário agora.

Em sua conclusão, diga algo inteligente. Ou, se pretender, basta dizer o que você disse. Mas nunca diga, por exemplo: “Espero que um dia não haja guerra.” Ora, todos nós desejaríamos que isso fosse verdade, mas a menos que você tenha ideias de como preveni-la definitivamente, tais declarações são apenas uma esperança e são inadequadas em um trabalho académico.

09. Não interprete factos como opiniões e opiniões como factos

Descubra a diferença. Aqui está um exemplo de como não interpretar um facto, via CNN: Considerando que a saída de Clinton deixou apenas 16 mulheres no Senado, num universo de 100 senadores, muitas feministas acreditam que as mulheres estão sub-representadas no Capitol Hill.

Espere. As feministas “acreditam”? Dado que as mulheres constituem 51% da população, 16 num universo de 100 significa que as mulheres estão sub-representadas no Capitol Hill? Este é um facto social, sim? Então, você pode concordar ou discordar com as feministas se este é realmente um “problema”, mas não sugira, como a CNN fez, pois o facto em si é uma opinião.

Este é um erro comum, e é frustrante para ambos, professores e alunos. A vida será muito mais fácil se você saber a diferença.

10. Não ignore o processo de ensino-aprendizagem

Todas as turmas têm aquele estudante que fica no fundo da sala, que se afunda em sua cadeira e faz desenhos ou um olhar entediado. Não seja essa pessoa. Os professores e assistentes constituem o top 3% dos estudantes. Eles passam geralmente mais de uma década na faculdade. Para melhor ou pior, eles valorizam o processo de ensino-aprendizagem. Para ser um deles, você deve mostrar-lhes que você também se importa. E, se você não o fizer, finja como se você se importasse.

Associação dos Estudantes da UP-Beira, PROJECTO FERIAS DESENVOLVENDO DISTRITO

A Associação dos Estudantes da Universidade Pedagógica de Moçambique, Delegação da Beira informa aos seus colegas estudantes da UP-Beira e membros da AEUP-Beira que vai decorrer o PROJECTO FERIAS DESENVOLVENDO DISTRITO (PFDD), na sua 11 Edição, de 20 de Janeiro a 20 de Fevereiro nos Distritos da Província de Sofala e não só. Com despesas tudo pago.

O PFDD, visa ajudar os estudantes a dotar lhes de conhecimento e viver uma experiência no distrito de acordo com a sua área de formação.

O processo de Inscrição está em curso e a capacitação inicia já nos dias 8 e 9 de Janeiro de 2016.

REQUISITOS DE INSCRIÇÃO
1. SER ESTUDANTE FINALISTA OU RECÉM GRADUADO;
2. UMA FOTO TIPO PASSE;
3. PAGAMENTO DE TAXA DE ADESÃO NO VALOR DE 150MT, e;
4. CÓPIA DE BILHETE DE IDENTIDADE.

PARA INSCRIÇÃO CONTACTE PELOS SEGUINTES NÚMEROS:

Secretaria-geral da AEUP-Beira

Isabel: +258 826 741 667

dr. Mulonde: +258 845 849 513

Presidente da AEUP-Beira

Malua: 828 111 490 / 842 717 612.

Precisamos de um formado na área de Gestão da Educação e na Área de Projectos Comunitários para no Distrito de Machanga.